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Obras da pista do Aeroporto de Confins serão retomadas, diz Cowan



A construtora Cowan, que havia suspendido neste sábado (2) as obras de expansão da pista do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, voltou atrás nesta segunda-feira (3). A empresa informou que vai suspender parte das demissões dos operários e vai terminar a ampliação dentro de 90 dias.
Porém, ela não se comprometeu a executar outros itens do contrato com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A Cowan alega que o órgão federal deve a ela mais de R$ 3 milhões.
Em documento emitido pela construtora à Infraero, no dia 1º de abril, 55,03% das obras haviam sido concluídas. Até aquela data, a execução havia custado R$ 124.620.539, mas a construtora alega ter recebido R$ 121.493.645. As obras começaram em 2013. A previsão de conclusão era 2014, mas o prazo foi ampliado para 2016.
Na manhã desta segunda-feira, as obras ainda estavam paralisadas. Os operários alegaram que cumpriram aviso prévio, mas não tinham recebido o acerto. 
O atraso na ampliação da pista não é o único problema do aeroporto. A ampliação do terminal de passageiros está parada desde outubro de 2014. O consórcio responsável alegou desequilíbrio financeiro e disse que estaria tendo prejuízos. A Infraero acabou rescindindo o contrato.
O órgão informou que aguarda decisão da Justiça sobre a cobrança de valores para o término da obra do terminal de passageiros. Ainda segundo a infraero, a conclusão da reforma poderá ser executada pela concessionária que agora administra o aeroporto, a BH Airport.

A BH Airport informou que tem conhecimento da intenção da Infraero de transferir para a empresa a execução das obras, mas ainda não foi comunicada oficialmente.
Fonte:  DO G1 MG com informações do MGTV     www.g1.globo.com

Andrade Gutierrez e Alstom anunciam joint venture para mercado eólico no Brasil

Andrade Gutierrez e Alstom anunciam joint venture para mercado eólico no Brasil

22/08/2014
A Andrade Gutierrez, um dos maiores grupos de infraestrutura na América Latina, com operações em mais de 45 países ao redor do mundo, e a Alstom, fornecedora global de equipamentos e soluções para geração de energia, incluindo o mercado eólico, anunciam a criação de uma joint venture (TEN - Torres Eólicas do Nordeste) com o propósito de construir e operar uma fábrica na Bahia para produzir torres de aço para aerogeradores. A fábrica receberá investimentos de cerca de 30 milhões de euros e será composta 51% pela Andrade Gutierrez e 49% pela Alstom.
A inauguração da planta está prevista para o segundo semestre de 2014 e a fábrica terá capacidade de produzir 200 torres metálicas por ano em uma área construída de cerca de 22.000 m² e em um terreno com cerca de 140.000 m². A fábrica vai gerar cerca de 250 empregos diretos e 600 indiretos que, em sua maioria, serão ocupados pela comunidade local.
A unidade será instalada em Jacobina, cidade com 80 mil habitantes e a 350 km de Salvador. A cidade fica próxima aos principais projetos eólicos atuais e potenciais da região. Cerca de 80% dos parques eólicos nacionais ficam na região Nordeste. “É muito importante para os clientes locais contarem com fornecedores próximos de seus parques eólicos. Isso reduz os custos logísticos, tempo de entrega e aumenta a garantia de segurança no transporte deste grande equipamento. Isso traz ainda mais eficiência aos processos”, informa Marcos Costa, Presidente da Alstom Brasil.
Reconhecendo a importância da energia eólica para o mix energético brasileiro e seu enorme potencial de crescimento, a Andrade Gutierrez se reorganizou de forma diferenciada para se posicionar como integradora dessa indústria. A empresa é capaz de gerenciar as inúmeras interfaces dos diferentes serviços exigidos para a construção de um parque eólico, e expandiu sua implementação para construir acessos, sistemas elétricos e de transmissão, instalação de aerogeradores, e agora a fabricação de torres. Assim, a empresa planeja aumentar o fornecimento de projetos com qualidade, cronogramas de operação garantidos e confiabilidade de custos.
Esta será a terceira unidade eólica da Alstom na América Latina. A primeira foi inaugurada em 2011, em Camaçari, também na Bahia, para a fabricação de naceles, e a segunda foi inaugurada em 2013 em Canoas, Rio Grande do Sul, para a fabricação de torres para o mercado do sul do Brasil e países vizinhos como Argentina, Chile e Uruguai.  A Alstom está contribuindo também para o desenvolvimento da cadeia de suprimentos de nacelles, torres, hubs e pás e se posiciona como um importante player na região.
A Alstom já instalou mais de 2.600 aerogeradores em mais de 200 parques eólicos ao redor do mundo, fornecendo mais de 5.000 MW de energia. A Alstom projeta e fabrica aerogeradores onshore e offshore de 1,67 a 6 megawatts, além de fornecer soluções para todas as condições geográficas e climáticas.

Sobre a Andrade Gutierrez
O Grupo Andrade Gutierrez, com sua diversificada experiência construída em mais de 65 anos de atuação no Brasil e no exterior, orgulha-se de participar ativamente do desenvolvimento econômico e social dos países onde atua. Posiciona-se entre os maiores grupos no Brasil e como um dos principais conglomerados de infraestrutura na América Latina. Atua em frentes diversificadas de negócios, como Engenharia e Construção, Energia, Concessões, Telecomunicações e Saúde.
Energia Elétrica
A Andrade Gutierrez se destaca por sua capacidade de gerenciamento de grandes projetos e oferta de soluções completas nos empreendimentos que executa. O Grupo atua como integrador e empreendedor de estudos nas diversas fontes de geração de energia elétrica, além de oferecer soluções diferenciadas de logística para projetos de transmissão e distribuição no setor elétrico.
Hidrelétricas: AG participou da construção de mais de 27.000 MW, cerca de 30%, da potência instalada de energia proveniente de plantas hidrelétricas no Brasil. Entre os projetos recentes de maior importância para a matriz energética brasileira, a construtora participou da construção de Irapé, Lajeado e Canabrava. No momento, além de participar do consórcio responsável pela implantação da Usina de Santo Antonio, no Rio Madeira, a empresa lidera a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte com capacidade de 11.233 MW.
Termelétricas: A empresa participou da implantação de diversas usinas termelétricas, que totalizam mais de 4.000 MW de potência instalada (Macaé Merchant (RJ), Norte Fluminense (RJ), Termelétrica de Fortaleza (CE) e Usina Termelétrica de Tubarão (ES)). Destaca-se a implantação de usinas termonucleares, tendo participado do consórcio responsável pela montagem da Usina Nuclear de Angra II e executando as obras civis da Usina Nuclear de Angra III.
Hoje, muito mais do que uma grande construtora, a Andrade Gutierrez está preparada para gerar soluções integradas em toda a cadeia construtiva, com base em competência técnica, infraestrutura, planejamento estratégico, padrões avançados, tecnologia de ponta, criatividade e equipe qualificada. Obtendo excelentes resultados operacionais e garantindo o desempenho econômico dos projetos.

Sobre a Alstom
A Alstom é líder global em infraestrutura ferroviária e geração e transmissão de energia, e está na vanguarda de tecnologias inovadoras e amigáveis ao meio ambiente. A Alstom constrói o trem mais rápido e o metrô automatizado de maior capacidade do mundo, fornece soluções de usinas integradas turnkey e serviços associados para uma ampla gama de fontes de energia, incluindo hidrelétrica, nuclear, a gás, carvão e eólica, e oferece várias soluções para transmissão de energia, com foco em redes inteligentes. O Grupo emprega 93.000 pessoas em mais de 100 países. Registrou vendas de €20 bilhões e fechou aproximadamente €21,5 bilhões em pedidos em 2013/14.

Informações a Imprensa:
Alstom
Cécile Dodat (Alstom Renewable Power) - Tel: + 33 1 41 49 79 42
cecile.dodat@alstom.com
Mariana Maciel (Alstom Brazil & Latin America) - Tel: + 55 11 3612-7074
mariana.maciel@crn.alstom.com
Andrade Gutierrez
Adriana Alves – Tel: +5521 3206-5050
adriana.alves@fsb.com.br

FONTE: http://www.alstom.com/press-centre/pt/2014/8/andrade-gutierrez-e-alstom-anunciam-joint-venture-para-mercado-eolico-no-brasil/

AUTO ESTRADA INTELIGENTE.

A PRIMEIRA AUTOESTRADA INTELIGENTE, VAI SER CONSTRUIDA NA HOLANDA.
O estúdio de design Roosegaarde e o gabinete de engenharia e arquitetura Heijmans estão a projetar a primeira autoestrada inteligente, na Holanda. Este conceito pretende tornar as vias mais seguras, sustentáveis e eficientes.Uma série de novas tecnologias rodoviárias vão ser postas em prática, nomeadamente as pinturas fosforescentes, pinturas dinâmicas, iluminação interativa e vias de prioridade por indução. A iluminação por exemplo vai ser substituída por unidades fosforescentes, que se carregam de dia, com a luz do sol e possuem uma autonomia de 10 horas. A pintura dinâmica torna-se visível quando existem flutuações de temperatura, permitindo avisar o condutor da alteração das condições da superfície do pavimento.
FONTE/COLABORAÇÃO: www.engenhariacivil.com

A camada pré-sal e os desafios da extração do petróleo




Não há quem abra um jornal ou ligue a televisão e não ouça a expressão "pré-sal". Associada à Petrobrás e naturalmente ao petróleo, a expressão "pré-sal" passou a tomar conta dos noticiários depois que a estatal confirmou a existência de gigantescos campos petrolíferos armazenados na camada "pré-sal", no fundo do mar.


A euforia não é para menos. Especialistas estimam que as reservas encontradas apenas no campo de Tupy, na costa de São Paulo, podem ultrapassar 100 bilhões de barris de petróleo e gás natural. Considerando que a Petrobrás já detectou indícios de petróleo na camada "pré-sal" desde Santa Catarina até o Espírito Santo, a euforia não é pra menos. Atualmente as reservas brasileiras não passam de 14 bilhões.

Afinal, o que é a "pré-sal"?
Pré-sal é uma camada de rochas porosas localizada entre 5 e 6 mil metros abaixo do leito submarino, aproximadamente a 400 km da costa. A camada tem esse nome por se encontrar depois da camada de sal que a recobre. No interior da camada o petróleo e o gás ficam armazenados nos poros das rochas, sob altíssima pressão.

A temperatura onde se localiza a pré-sal é elevada, podendo atingir entre 80ºC e 100ºC. Aliada à alta pressão, as rochas se alteram e adquirem propriedades elásticas, ficando muito moles, o que dificulta a perfuração do poço. "A tendência é que ele se feche. Se você não conseguir revesti-lo rapidamente, ele se fecha e você perde o poço", explica o professor Ricardo Cabral de Azevedo, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

Desafios
Para chegar até a pré-sal será necessário vencer diversas etapas com características bem diferentes. O tubo que vai da plataforma até o fundo do oceano, chamado “riser”, tem que agüentar ondas sísmicas, correntes marítimas e flutuações da base.



Além de resistentes, os tubos precisam ser leves já que são deslocados pelo navio ou plataforma. Outro problema a ser vencido é a corrosão provocada pelo dióxido de enxofre, hoje um dos maiores obstáculos técnicos para a exploração dos novos campos

Segundo Celso Morooka, especialista em engenharia de materiais da Universidade Estadual de Campinas, a extração de petróleo dessa camada é um dos maiores desafios tecnológicos já enfrentados pelo Brasil e compara a operação com a exploração espacial. "Para chegar à Lua foi preciso vencer apenas uma atmosfera, mas para atingir a pré-sal será preciso vencer 100”, referindo-se à extrema de pressão que os equipamentos serão submetidos.

Caminho Matemático
Ao contrário do que muitos pensam, um poço de petróleo não é um furo vertical, mas um caminho projetado matematicamente para que se obtenha o melhor rendimento possível. “Um dos desafios é como mudar a direção das brocas sem causar o desabamento nas paredes do poço”, afirma José Formigli, gerente de exploração da Petrobras para a área da pré-sal. "O tubo mais profundo tem 6 mil metros até a superfície e um diâmetro entre 10 e 20 centímetros.

Ao mesmo tempo em que perfura a rocha, informações vitais de telemetria são enviadas através de um cabo de dados, chamado de cordão umbilical.

Artes: No topo, plataforma P-52 fundeada no campo do Roncador, na Bacia de Campos, RJ. Crédito: Petrobrás. Na seqüência, corte transversal mostra as diversas camadas abaixo do leito submarino, com destaque para a camada pré-sal. Crédito: Apolo11.

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MECÂNICA DOS FLUIDOS

Capítulo 1

1.1- Introdução - Aplicações
Mecânica dos fluidos é a ciência que tem por objetivo o estudo do comportamento
físico dos fluidos e das leis que regem este comportamento.
Aplicações:
Ação de fluidos sobre superfícies submersas. Ex.: barragens.
Equilíbrio de corpos flutuantes. Ex.: embarcações.
Ação do vento sobre construções civis.
Estudos de lubrificação.
Transporte de sólidos por via pneumática ou hidráulica. Ex.: elevadores
hidráulicos.
Cálculo de instalações hidráulicas. Ex.: instalação de recalque.
Cálculo de máquinas hidráulicas. Ex.: bombas e turbinas.
Instalações de vapor. Ex.: caldeiras.
Ação de fluidos sobre veículos (Aerodinâmica).

1.2- Definição de fluido
Fluido é uma substância que não tem forma própria, e que, se estiver em repouso,
não resiste a tensões de cisalhamento.

Férias valem o que custam



por Você SA
Publicada em 9/3/2009



Por Gustavo Cerbasi


O que você chamaria de férias caras? Uma semana em um resort de luxo? Assistir à abertura das próximas Olimpíadas, em Londres? Independentemente de sua idéia sobre o conceito de “caro” para uma viagem, pergunte a alguém que já fez uma viagem “cara” se a mesma valeu a pena. Salvo raras exceções, todos que tiveram uma experiência exclusiva costumam dizer que cada centavo valeu a pena.

'Ranqueie suas escolhas e estime o valor delas'

Por trás dessa percepção positiva em relação a um desembolso elevado está o conceito de valor. Pagar caro é desembolsar por um bem ou serviço muito mais do que você pagaria se fi zesse alguma pesquisa de preços. Se você pode comprar tomates por 2 reais o quilo, por exemplo, pagará caro se não pesquisar e levar por 3 reais o quilo.

No mercado de turismo, porém, são pouco freqüentes as situações em que os preços variam muito, pois os agentes de viagem costumam receber comissões do valor padrão de diárias e não praticar sobrepreço. Daí, conclui-se que não existem viagens caras, mas aquelas que valem mais e aquelas que valem menos. Se você se planejou para dispor do valor de uma viagem espetacular, estará desembolsando por ela o preço de um sonho. Foi com essa percepção que, há alguns anos, adotei um planejamento interessante para viabilizar minhas férias. A cada centavo de investimento que faço, destino percentuais que defi ni, com minha esposa, para sonhos pessoais que queremos concretizar de tempos em tempos.

Um deles é tirar férias periodicamente. Decidir qual percentual você deve destinar a cada objetivo é uma questão de prioridades individuais, um exercício interessante. Nem todos dão às férias a mesma importância dada à troca do carro, por exemplo. Faça um ranking de suas escolhas antes de estimar o valor destinado a cada uma delas.

Quando a oportunidade de tirar férias se aproxima, verifi co a verba que provavelmente terei na data de viajar e, com base nela, escolho meu destino. Se fi car muito tempo sem gastar com férias, a próxima viagem será espetacular. Se viajar com mais freqüência, terei de moderar as escolhas. Com isso, as compensações por longos períodos de trabalho intenso fi cam automatizadas, sem peso na consciência. Simplesmente, acabam custando o que valem.


Artigo fornecido pela revista VOCÊ S/A.